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Professor do Campus Viçosa participa do Latinoware 2026, em Foz do Iguaçu (PR)
Malu Damasio - Estagiária de Jornalismo*
O professor Sérgio Ricardo Pereira Accioly, do Instituto Federal de Alagoas (Ifal), Campus Viçosa, participou, entre os dias 14 e 16 de outubro, do 23º Congresso Latino-Americano de Software Livre e Tecnologias Abertas (Latinoware), realizado em Foz do Iguaçu, no Paraná. O evento reuniu pesquisadores, educadores, estudantes e profissionais da área tecnológica para compartilhar conhecimentos e discutir os desafios e as oportunidades relacionados à inovação.
Durante a programação, Accioly fez parte de atividades de orientação, desenvolvimento de projetos, oficinas práticas e mentorias, contribuindo para a estruturação de propostas e para a reflexão sobre o potencial de impacto social das soluções discutidas.
Na ocasião, o docente participou da mentoria no 8º Hackathon Latinoware 2026, uma maratona colaborativa de inovação que desafiou equipes multidisciplinares a desenvolver soluções tecnológicas para problemas reais. Nesta edição, o desafio central foi “ECA Digital - Proteção Infantojuvenil e Software Livre”, cujo objetivo é incentivar a criação de ferramentas e propostas voltadas à segurança e proteção de crianças e adolescentes no ambiente virtual.
No dia 15 de outubro, integrou a mesa-redonda “Neurodiversidade e Educação Inclusiva: Desafios da Escola, da Família e da Sociedade”. Já no dia 16, o docente apresentou a conferência “Mentes Diferentes, Potenciais Extraordinários: Educação, Neurodiversidade e Inteligência Artificial”, que visa propor uma reflexão sobre as possibilidades e os desafios da utilização da inteligência artificial no reconhecimento e na valorização das diferentes formas de aprendizagem.
O docente atua como mentor de iniciativas de empreendedorismo inovador e participa das atividades do Latinoware desde 2015. De acordo com Accioly, fazer parte do evento é uma oportunidade de troca de saberes e fortalecimento de conexões, além de ampliar o diálogo entre o Ifal e os diferentes atores do ecossistema de inovação e tecnologia, favorecendo a circulação de conhecimentos e experiências que podem contribuir para práticas de ensino, pesquisa e extensão.
“Nesta edição, tive a oportunidade de contribuir com três experiências que, embora diferentes, possuem algo em comum: a compreensão de que a tecnologia precisa estar a serviço das pessoas. Seja no desenvolvimento de soluções para proteger crianças e adolescentes no ambiente digital, seja no debate sobre neurodiversidade ou no uso da inteligência artificial na educação, precisamos reconhecer que inovar também significa incluir, respeitar diferenças e ampliar oportunidades. É essa perspectiva que procuro levar para minhas atividades como educador no Ifal”, destacou.
*Sob a supervisão de Alexandre Abreu, jornalista