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Adeal confirma que rebanho do Campus Satuba está sadio

publicado: 13/11/2015 11h30, última modificação: 27/11/2015 14h28

Técnicos da Adeal (Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas) realizaram  uma inspeção no Campus Satuba do Instituto Federal de Alagoas (Ifal) para constatar as condições de sanidade do rebanho contra a brucelose e constataram “que os animais existentes estão sadios, em tese”,conforme o presidente da agência, Marcelo Lima. A visita foi feita em função de informações publicadas na imprensa local de que animais foram contaminados com brucelose e  sacrificados na unidade de ensino e isto colocaria em risco áreas vizinhas do campus. A Adeal estabeleceu um prazo de 60 dias  para a realização de novos exames para confirmar a informação do órgão estadual.

Marcelo Lima afirmou que as medidas sanitárias adotadas pelo Ifal, ao sacrificar animais depois do diagnóstico positivo para a doença em agosto passado, foram corretas e atendeu à legislação agropecuária. “Vamos  orientar  ao  Ifal a realização de novos testes  para a brucelose”, explicou.

O técnico agropecuário da Adeal, Ironaldo Monteiro, disse que a instituição foi orientada a vacinar o rebanho com a RB51, vacina que somente é aplicada aos animais que já passaram dos oito meses e que tiveram suspeita de algum risco de contrair a doença.

A vacinação contra a brucelose é obrigatória em todas as bezerras de 3 a 8 meses. Uma única dose da vacina B-19 protege a fêmea por toda a vida. As bezerras vacinadas devem ser marcadas no lado esquerdo da cara com a letra “V”, seguido do número final do ano de vacinação.

O caso

Em inspeção feita em agosto deste ano, no Campus satuba do Ifal,  foram diagnosticados animais positivos para a brucelose e 14 vacas e três bezerros foram sacrificados, depois de monitoramento e diagnóstico da contaminação pela enfermidade. O Campus Satuba descartou possibilidade de contaminação de leite e produtos derivados, já que é adotado o processo de pasteurização. Todas as medidas adotadas seguem normatização definida pelo programa nacional e de Controle e Erradicação da Brucelose.

Redação DCE/Assessoria Adeal

 

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