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VIII Feira de Ciências Ambientais: Campus Marechal Deodoro é aprovado em chamada pública nacional
Centenas de visitantes por dia, mais de 150 estudantes expositores e cerca de 100 projetos de ciências em diversas categorias. Até o final do ano, o Instituto Federal de Alagoas (Ifal), Campus Marechal Deodoro, sediará a VIII Feira de Ciências Ambientais. A proposta foi aprovada na chamada pública nº 09/2026 do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Ministério da Educação (MEC), a ser desenvolvida com recursos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
O resultado foi informado nesta sexta-feira, 11, para a autora do projeto, a professora Ana Paula Santos de Melo Fiori. Ela escreve as propostas desde a primeira edição da chamada pública e comemora a oitava aprovação, dessa vez, na quinta melhor colocação nacional. A conquista tem um peso duplo: pela primeira vez, a chamada prevê um plano de ação para este ano e já inclui uma proposta para o próximo ano. “A VIII e a IX edições estão garantidas”, comemorou a docente.
Escolas e categorias
A proposta da professora Ana Paula foi aprovada para o município de Marechal Deodoro e as atividades serão desenvolvidas por uma grande equipe, que inclui integrantes da Escola Estadual Rosa Maria Paulina da Fonseca, da Escola Estadual Deodoro da Fonseca e da Escola Estadual José Correia da Silva Titara, todas de Marechal Deodoro.
Os estudantes dessas escolas e também do Campus Marechal passarão por uma seleção de projetos para participar da Feira de Ciências Ambientais. Nas categorias de poesia, desenho, fotografia e produção de texto, o tema deste ano será “Ciência Delas”. Já nas demais categorias, de empreendedorismo e projetos de ciências, o tema será “Ciências Ambientais”.
A VIII edição da feira deve ser realizada até o final do ano, em dois dias de evento, mobilizando escolas do município e da região. “Uma feira de ciências é uma atividade extracurricular onde os estudantes trabalham várias competências, como autonomia, oratória, reflexão crítica do ambiente em que estão inseridos, além da própria iniciação científica. Geralmente, é o primeiro contato deles com a ciência”, analisa a professora Ana Paula.