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Ifal vai ao MP por redução na tarifa de ônibus entre Maceió e Marechal Deodoro

Tarifa aumentou duas vezes em três meses – de R$ 3 para R$ 4 - e está provocando evasão escolar

publicado: 02/03/2016 20h47, última modificação: 02/03/2016 20h47
Campus do Ifal - Marechal Deodoro

Campus do Ifal - Marechal Deodoro

O Instituto Federal de Alagoas (Ifal) – Campus Marechal Deodoro vai ao Ministério Público Estadual (MPE), às 9h30 desta quinta-feira (3), pedir ajuda para solucionar problemas enfrentados no sistema de transporte intermunicipal entre Maceió e Marechal Deodoro. Em três meses, a tarifa de ônibus e vans aumentou duas vezes, passando de R$ 3 para R$ 4, o que já começou a provocar evasão escolar na instituição.

De acordo com a diretora-geral do campus, Marília Gois, após o segundo aumento da passagem, no dia 13 de fevereiro, dois estudantes do Ensino Médio/Técnico já comunicaram desligamento da escola por não conseguirem arcar com os custos do transporte diário entre as duas cidades. “Não podemos ser negligentes com a situação dos nossos alunos. Mesmo recebendo bolsas para estudar, muitos não estão conseguindo pagar as passagens para frequentar as aulas e estão desistindo da escola”, explica a diretora.

Por isso, a instituição de ensino vai entregar ao MPE um relatório com os principais problemas enfrentados diariamente por estudantes e trabalhadores que dependem do sistema de transporte intermunicipal entre Maceió e Marechal Deodoro. Também serão entregues abaixo-assinados de alunos e servidores que pedem a redução da tarifa e melhorias urgentes no sistema.

No relatório, além dos aumentos sucessivos da tarifa, também constam queixas sobre a redução da frota de ônibus, a falta de transparência e fiscalização sobre horários de saída e chegada de ônibus e vans complementares nos terminais das duas cidades, a superlotação dos veículos, entre outros problemas. 

O Ifal-MD participou de reuniões com representantes da Arsal e da empresa Real Alagoas em novembro de 2015, quando foi explicada a razão do primeiro aumento da tarifa. Os demais problemas, no entanto, persistiram e foram agravados com o segundo aumento, em fevereiro de 2016.