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Segunda edição do Congresso Alagoano de Extensão acontece no Caiite 2015

publicado: 18/06/2015 18h45, última modificação: 18/06/2015 18h45
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Projeto do câmpus Satuba

Um dia inteiro voltado para a discussão da extensão em Alagoas, envolvendo instituições como Instituto Federal de Alagoas (Ifal), Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Universidade de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal), Universidade Tiradentes (Unit) e Centro Universitário Cesmac. Esta foi a programação ofertada pelo II Congresso Alagoano de Extensão, que aconteceu nesta quinta-feira (18), no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, durante o Congresso Acadêmico Integrado de Inovação e Tecnologia (Caiite).

Pela manhã, uma conferência proferida por Andrea Ciacchi, da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), abordou o tema “Extensão: a universidade sem fronteiras”. Durante a palestra, foram expostos os desafios da relação entre a universidade e a sociedade na formação profissional, produção e recriação de conhecimentos a partir das experiências de extensão.

À tarde, o pró-reitor de Extensão do Ifal, Altemir Secco, mediou um painel intitulado “Vivenciando experiências de extensão” com representantes de diversas instituições de ensino superior no estado que apresentaram projetos exitosos. Do Ifal, as professoras Ariadne Aguiar e Marciara Lima, do curso tecnológico em Laticínios, do câmpus Satuba, falaram sobre o projeto de extensão que capacita produtores de leite e queijo no município de Major Izidoro. Existente desde 2013, o projeto hoje integra o programa “Minha Comunidade” e trabalha com alunos do curso a experiência e a prática com produtores de queijo e leite da cidade, orientando-os em relação às normas de higienização e contribuindo com a formação profissional dos mesmos.

Atualmente, o projeto já conta com servidores de Agricultura, Zootecnia, Processamento de Alimentos, Química e outras áreas, além de estudantes dos cursos de Agropecuária e Agoindústria. A professora Marciana falou sobre a necessidade de desenvolver projetos de extensão sobre laticínios. “É importante para a instituição, para nós docentes aplicarmos os nossos conhecimentos, para os alunos vivenciarem na prática o que é repassado em sala de aula e para os produtores, que são beneficiados com as nossas visitas”, detalhou.

Em 2015, já estão previstas visitas em outro assentamento da cidade e a aluna Cláudia Barros Pereira é uma das novatas no projeto. Ela afirma que “é muito gratificante conhecer a realidade da bacia leiteira e a cultura dos produtores. A nossa missão é adequar o trabalho feito pelos produtores às normas exigidas, melhorando a qualidade do que é comercializado e ajudando-os a aperfeiçoar a sua única fonte de renda”.

Prosseguindo com os pronunciamentos, Josemary Ferrare, da Ufal, abordou sua experiência de docente aplicando a extensão como disciplina e os resultados obtidos na universidade. Da Unit, as alunas Shaiane Rose e Anne Caroline detalharam as atividades do projeto “Aprender brincando”. Representando o Cesmac, a professora Hannah Torres falou sobre um projeto que trabalha com a fibra da bananeira. Já o docente Augusto, representando a Uncisal, relatou atividades que envolvem a Universidade Aberta do Brasil e a terceira idade no âmbito da extensão.

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