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No Campus Satuba, oficinas, exposições e banners reúnem os destaques da Extensão do Ifal

por Roberta Rocha publicado: 14/09/2017 10h20 última modificação: 14/09/2017 10h22
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Alunos do curso técnico de artesanato expuseram seus trabalhos no Conac

No Congresso Acadêmico do Instituto Federal de Alagoas - Ifal, realizado no Campus Satuba, de 12 a 14 de setembro, os participantes do evento tiveram a oportunidade de conhecer as ações extensionistas mais proeminentes promovidas por estudantes e servidores do Ifal nos últimos anos. Essas práticas estamparam banners, foram temas de oficinas e integraram a programação da Pró-Reitoria de Extensão no Conac 2017.

Cada trabalho apresentado demonstrou a intenção de atender às demandas da sociedade e às carências notadas pelos extensionistas na vida cotidiana. Do Campus Satuba, por exemplo, o bolsista Alanderson Moacir expôs, no formato banner, o projeto "Construção de uma sociedade inclusiva por meio da informática", onde enfocou o uso do computador e as ferramentas que esse instrumento dispõe para alunos com deficiência física de escolas da rede pública em Satuba.

No primeiro momento, conforme explicou o estudante, ocorreu um levantamento do tipo de necessidade especial do público atendido. A partir da demanda diagnosticada, a equipe de trabalho do projeto planejou aulas e oficinas adaptadas à realidade dos beneficiários e dos laboratórios de informática das escolas envolvidas. 

A preocupação com a inclusão também levou os discentes Joana Hellen e Emanuel Augusto a conduzir a oficina Diferenças não são defeitos, dentro da qual foi executada a dinâmica "Às cegas". "Alguns participantes usaram tapa olhos e simularam a ausência de visão. Com a ajuda de colegas, foram guiados por espaços do evento e perceberam as dificuldades desse deslocamento. O objetivo foi capacitá-los para lidar com as pessoas com deficiência física, a partir da experiência de se sentir na pele delas", resumiu Joana. 

Foguetes de garrafa pet

Pela primeira vez apresentando trabalho em um evento acadêmico, o aluno Laerthe Luide, do Campus Coruripe, esteve na companhia de seu orientador, professor Henrique Marques, explicando ao público da Mostra de Extensão como funciona o projeto "Foguetes de garrafa pet". A ideia surgiu da vontade de estimular o aprendizado de ciências e matemática, de forma lúdica, além de divulgar a astronomia, a astronáutica e olimpíadas do conhecimento ligadas a essas áreas.

A fase interna do referido projeto envolveu a capacitação de 84 bolsistas, que, dessa forma, também se prepararam para a XI Mostra Brasileira de Foguetes. A segunda fase foi levar a experiência para escolas da rede pública de ensino em Coruripe e promover o lançamento de foguetes construídos com garrafas pet e potes de sorvete entre os alunos das instituições atendidas.

 uma atividade extraclasse, mas acaba virando prática de sala de aula porque a fabricação e o lançamento de foguetes podem ser utilizados como demonstração de conteúdos de Física e outras disciplinas", comentou o docente responsável.

Exposição de artesanato 

Empreendimentos culturais também tiveram vez no Conac 2017. Quem circulou próximo ao auditório do Campus Satuba na última terça-feira, 12, deve ter notado a presença de Pedro Cassiano, também conhecido como Pedrocas, um renomado escultor em madeira, pedra, coco e argila.

O que o artista, que é mestre do Registro do Patrimônio Vivo em Alagoas, estava fazendo no evento? Ele é aluno do curso técnico de artesanato do Campus Maceió e veio para o congresso com a missão de expor móbiles e porta panos de prato produzidos no curso, a partir de referências de cidades histórias de Alagoas, como Porto Calvo, Penedo, Marechal Deodoro e União dos Palmares.

"Sempre fui autodidata, mas é bom aprender as táticas formalmente e o Ifal oferece essa condição", explicou mestre Pedrocas, ao falar do trabalho que o Campus Maceió tem desenvolvido na formação de artesãos na modalidade da educação de jovens e adultos. 

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