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Ifal recebe Prêmio de Excelência Acadêmica por pesquisas de mestrado

Premiação da Fapeal destaca pesquisas dos programas ProfEPT e PPGTec
publicado: 06/04/2026 16h18, última modificação: 06/04/2026 16h18

Por Malu Damásio, estagiária de Jornalismo*

Dois estudantes de pós-graduação stricto sensu do Instituto Federal de Alagoas (Ifal) receberam o Prêmio de Excelência Acadêmica, oferecido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas (Fapeal). Foram premiados Marina Oliveira Lins, do mestrado Profissional em Educação Profissional e Tecnológica (ProfEPT), e Erick Antonio Ferreira dos Santas, do mestrado Profissional em Tecnologias Ambientais (PPGTec).

A premiação reconhece a qualidade de trabalhos científicos publicados em revistas de nível A1 até A4 no ranking Qualis, que avalia e acompanha a qualidade das revistas científicas no Brasil.

Eunice Palmeira, pró-reitora de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, afirmou que o Prêmio de Excelência Acadêmica representa um importante mecanismo de fortalecimento institucional, por valorizar a produção científica qualificada e estimular a publicação em periódicos de alto impacto. 

“Essa premiação contribui para a consolidação dos programas de pós-graduação stricto sensu, junto aos indicadores de avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Além de promover visibilidade acadêmica, reconhecer o desempenho discente e favorecer a formação de recursos humanos”, concluiu a pró-reitora. 

Pesquisas 

Marina foi premiada pela pesquisa “A educomunicação como estratégia integradora na economia solidária: o caso da série de vídeos de uma incubadora da EPT”, publicada na Revista DCS (A2), com orientação do professor, e também coordenador do ProfEPT, André Suêldo (Campus Benedito Bentes).

Para ela, receber o Prêmio de Excelência Acadêmica valida a qualidade de seu trabalho e pode abrir portas para bolsas, pesquisas e pós-graduação. Pois, tenho interesse no doutorado. “É um reconhecimento que fortalece tanto minha trajetória quanto meu desenvolvimento”, destacou Marina.

Já Erik, publicou a pesquisa “Aprendizagem baseada em problema: o desenvolvimento de produtos voltados à conservação do papagaio-chauá (Amazona rhodocorytha), juntamente com Andressa Souza Galvão de Vasconcelos e Dyogo Wlisses Ribeiro Matias, na Revista Revista Brasileira de Educação Ambiental, sob orientação dos docentes Joabe Gomes de Melo, Sheyla Karolina Justino Marques e Renato de Mei Romero.

Segundo o orientador e coordenador do PPGTec, Joabe Gomes, o trabalho foi fruto de  um  relato  de  experiência do ´processo de desenvolvimento de  Produtos Técnicos e Tecnológicos elaborados para contribuir com o  componente  de Educação Ambiental do  plano  de  ação  estadual  para  conservação  do  papagaio chauá, desenvolvido   pelo   Governo   do   Estado   de   Alagoas   junto   com   Instituto   de Preservação  da  Mata  Atlântica  (IPMA).

Sobre os programas

O ProfEPT oferece turma de mestrado profissional desde 2018 e contabiliza 107 defesas de dissertações e produtos educacionais defendidos.

Segundo o professor André Suêldo este é o terceiro ano consecutivo em que o ProfEPT tem estudantes premiados, colaborando com a avaliação do programa na Capes, que subiu para conceito 4 na última avaliação divulgada recentemente. 

“A premiação demonstra que os trabalhos gerados pelo ProfEPT possuem grande impacto no meio científico contribuindo para melhoria da educação em nosso Estado”, ressaltou o docente.

O PPGTec, ofertado pelo campus Marechal Deodoro, tem caráter multidisciplinar, sendo destinado à qualificação de profissionais vinculados, ou não, ao mercado de trabalho que exerçam atividades com ênfase em Tecnologias Ambientais.

Para o coordenador Joabe Gomes, o prêmio representa um importante instrumento de fortalecimento institucional e acadêmico, assim como reconhecimento da produção científica institucional. “Desta forma, a iniciativa se torna algo que contribui diretamente para a consolidação do programa por incentivar a produção científica qualificada por parte dos discentes”, pontuou.

*Sob a supervisão de Jhonathan Pino, jornalista*