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Ifal firma acordo de estágio remunerado no exterior para seus alunos de graduação

por Jhonathan Pino - jornalista publicado: 25/07/2019 11h51 última modificação: 30/07/2019 10h12

O Instituto Federal de Alagoas (Ifal) estabeleceu, neste mês de julho, os detalhes finais para a parceria com a Associação Brasileira Profissional e Estudantil (Abipe), realizada com o intuito de promover o estágio remunerado entre os alunos da instituição e entidades no exterior. O protocolo de intenções, assinado entre as duas instituições, estabelece a ida dos alunos do Ifal e recepção de estrangeiros para o desenvolvimento de estágio.

De acordo com o documento, as candidaturas para as oportunidades serão realizadas de forma contínua e mediante o interesse comum entre alunos de graduação e empresas que fizerem o cadastro no Programa de Estágio Remunerado no exterior, do International Association for the Exchange of Students for Technical Experience (Iaeste).

A coordenadora de Relações Internacionais, Carla Real, explica que a inscrição no programa não depende do Ifal. “O aluno deverá acessar a página do Abipe  e fazer a inscrição, mediante o pagamento de uma taxa de R$ 90,00. Depois disso, ele fará um cadastro, onde seus dados e experiências o ajudarão na classificação de um ranking, criado pela Iaeste, para cruzar as afinidades existentes entre as propostas das empresas e os interesses dos alunos”, explica.

Selecionados, os candidatos estarão submetidos às regras da Iaeste, que é responsável pela organização do intercâmbio. De acordo com o programa, o pagamento de taxas administrativas e dos custos de viagem serão custeados pelos estudantes. “O que é interessante é que, como o aluno receberá um valor mensal, para trabalhar fora do país, algumas vezes, os custos conseguem ser pagos com os próprios salários”, comentou Carla.

A partir de 2020 o Ifal também receberá alunos do exterior, para a realização de estágio em laboratórios, centros de pesquisa e outros ambientes da instituição. “Isso depende do orçamento disponível do Ifal. Mas nesse caso, os professores poderão submeter propostas para que a Reitoria possa arcar com as bolsas-auxílio, dando a possibilidade de receber os alunos estrangeiros e fazer a internacionalização em casa”, frisou Carla.

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