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Corregedoria do Ifal alcança Nível 3 de Maturidade Correcional em avaliação da CGU

Resultado aponta integração maior capacitação de servidores na área
por Jhonathan Pino publicado: 21/09/2026 10h32, última modificação: 21/09/2026 10h32

A Corregedoria do Instituto Federal de Alagoas (Ifal) alcançou o Nível 3 – Integrado na rodada de 2026 do Modelo de Maturidade Correcional (CRG-MM 4.0), desenvolvido pela Controladoria-Geral da União (CGU). O resultado, divulgado nesta segunda-feira (21), significa o avanço na avaliação da instituição quanto ao grau de estruturação e desenvolvimento das atividades correcionais dos órgãos e entidades públicas.

A corregedora o Ifal, Marília Matsumoto, explica que o Modelo de Maturidade Correcional funciona como uma espécie de trajetória de desenvolvimento da Corregedoria. Por meio dele, é possível comparar as práticas efetivamente desenvolvidas pelas corregedorias com parâmetros estabelecidos pela CGU, além de identificar os pontos fortes e as áreas que ainda precisam ser aperfeiçoadas.

“Ele possui cinco níveis progressivos: Inicial, Padronizado, Integrado, Gerenciado e Otimizado. Quanto maior a maturidade, mais estruturados, institucionalizados e integrados à governança da instituição estão os processos correcionais”, pontua.

Melhoria contínua da atividade correcional.

Na rodada anterior, realizada em 2024, a Corregedoria do Ifal havia conquistado o Nível 2 – Padronizado, o que significava que os principais procedimentos e práticas correcionais já encontravam-se padronizados e institucionalizados, com a redução da dependência de iniciativas individuais e criação de rotinas permanentes.

Já o avanço para o Nível 3 aponta para a existência de profissionais capacitados, o desenvolvimento da transparência ativa, a competência relacionada à instauração de processos disciplinares e a existência de condições para uma atuação independente. 

“Na estrutura do CRG-MM 4.0, o Nível 3 também contempla quatro grandes macroprocessos: instauração, celebração de acordos e acompanhamento técnico de processos correcionais acusatórios; profissionais qualificados e unidades em evolução; transparência ativa e gestão de informações e atuação com independência”, detalha Marília.

Para a corregedora, os efeitos desse avanço têm impacto sobre toda a instituição. “Uma Corregedoria mais madura significa processos de trabalho mais claros e estruturados, maior profissionalização da atividade, mais transparência, melhor organização das informações e maior capacidade institucional para prevenir e tratar adequadamente situações que possam configurar irregularidades”, reforça.