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Comunicadores do Ifal participam de formação sobre condutas vedadas em eleições
Profissionais e agentes de comunicação do Instituto Federal de Alagoas (Ifal) participaram de forma remota, do Encontro Formativo sobre Condutas Vedadas em Ano Eleitoral promovido pelo Ministério da Educação (MEC), com o apoio da Advocacia Geral da União (AGU), visando esclarecer prazos e vedações durante o período de defeso eleitoral.
Mais de 500 servidores e gestores da rede vinculada ao MEC que trabalhem nas Unidades Setoriais de Integridade, assessorias de comunicação, procuradorias federais, comissões de ética, corregedorias e demais instâncias de integridade pertinentes participaram do momento.
A formação foi ministrada por três servidores da AGU, membros da Câmara Nacional do Direito Eleitoral. Isabela Marques Seixas, Izabel Vinchon de Andrade e Rafael Rossi. Os servidores abordaram todos os pontos de maior dúvidas quanto às condutas e rotina institucional dos agentes públicos.
De acordo com Isabela Marques Seixas, toda legislação eleitoral tem como objetivo a igualdade entre os candidatos. “Devemos tomar cuidado para não beneficiarmos um em detrimento de outro. Entre as vedações estão menção à pessoa, exaltação do candidato, uso de mídias institucionais, entre outras”.
Já a membro da comissão Izabel Vinchon recomendou que “não haja palanque” nem presencial e nem digital no serviço público. Ela explicou que no ambiente de trabalho o servidor não deve manifestar sua preferência pessoal. Rafael Rossi antecipou que o bom senso é uma das principais ferramentas para garantir que as condutas não sejam questionadas. “ Sempre devemos usar o princípio da isonomia e impessoalidade”.
A partir de 04 de julho inicia o período de defeso que segue até 05 de novembro. Para conhecer as condutas vedadas, basta acessar o Guia da AGU clicando aqui.
