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Campi do Ifal vacinam estudantes e servidores contra vírus da gripe

por publicado: 18/05/2018 12h19 última modificação: 18/05/2018 12h19
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Vacinação contra a gripe no Campus Penedo

Por Bartolomeu Honorado e Lidiane Neves

Em parceria com as secretarias de saúde dos municípios onde estão localizados, alguns campi do Instituto Federal de Alagoas (Ifal) têm viabilizado a vacinação de estudantes e servidores contra o vírus da gripe. Coordenada pelas equipes de enfermagem, a iniciativa foi registrada, até agora, em três unidades de ensino: Batalha, Maragogi e Penedo. No Campus Santana do Ipanema, a vacinação ocorrerá na próxima terça (22) e quarta-feira (23) com foco no corpo docente.

Nos campi Batalha e Penedo, as doses foram disponibilizadas para todos os servidores. “Inicialmente, iríamos vacinar apenas os professores porque eles integram o grupo prioritário da campanha. Mas, como recebemos uma quantidade maior de doses da vacina, estendemos a imunização para técnicos administrativos e terceirizados”, explicou o enfermeiro do Ifal Penedo, Diogo Acrux. Já no Campus Maragogi a campanha alcançou, além de servidores, estudantes com hipertensão, diabetes e imunidade baixa.

Reações à vacina - Dor, vermelhidão na pele e endurecimento no local da injeção são reações que desaparecem em até dois dias nos pacientes que tomaram a vacina contra a gripe. O aviso é da enfermeira Fabiana Guedes, uma das organizadoras da campanha no Ifal Maragogi. “Essas reações adversas são manifestações benignas, cujos efeitos não impedem a realização de atividades do cotidiano, como cuidar da casa, fazer atividades físicas, entre outras”, declarou a enfermeira.

A 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza seguirá até 1º de junho, nas unidades de saúde de todo o país. Além de professores das redes de ensino pública e privada, tem como público-alvo pessoas a partir de 60 anos, crianças de seis meses aos menores de cinco anos, trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade, funcionários do sistema prisional, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais.

Estudos mostram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias, de 39% a 75% a mortalidade global e em, aproximadamente, 50% nas doenças relacionadas à influenza, segundo informações do Ministério da Saúde (MS).

Com informações do site do MS