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Estudantes do Ifal apresentam projetos na 78ª Reunião Anual da SBPC
Samuel Pontes - Estagiário de Jornalismo*
Nesta segunda-feira, 27, a delegação formada por estudantes e professores dos campi São Miguel dos Campos e Maragogi, do Instituto Federal de Alagoas (Ifal), além de integrantes da Escola Estadual Ana Lins, participaram da programação da 78ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Niterói, Rio de Janeiro. A comitiva, composta por 16 pessoas, é liderada pela pró-reitora de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (PRPPI), Eunice Palmeira.
As atividades incluem a apresentação de projetos de iniciação científica, participação na Feira de Ciências da SBPC Jovem e ações institucionais no estande do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap).
Projetos em destaque
Durante a programação, foram apresentadas as iniciativas do Campus São Miguel dos Campos orientadas pela professora Flávia Bartira: o projeto “São Miguel dos Campos nas Olimpíadas de Química”, desenvolvido via Programa de Iniciação Científica Júnior (Pibic Jr) em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas (Fapeal); e o projeto “Impacto do Uso de Biofertilizantes na Produtividade de Hortaliças em Hortas Urbanas”, vinculado ao Pibic/Ifal.
Além da divulgação das ações desenvolvidas em Alagoas, os estudantes participam de atividades práticas de robótica educacional com kits Lego, demonstrando como a cultura maker, a programação e a robótica podem estimular a criatividade, a resolução de problemas, o trabalho colaborativo e o protagonismo científico.
Na quarta-feira, 29, a apresentação do Programa Mais Ciência na Escola ocorrerá no estande do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). A programação contará com uma oficina educacional de robótica Lego, a apresentação do projeto Horta Bios, um show de Química e um game educativo, além do projeto “Meteo Inova: Monitoramento Inteligente do Clima Local”.
Para o professor Cassiano Henrique, participar da SBPC é uma experiência muito significativa para os estudantes, que apresentam seus trabalhos, aprendem a comunicar ciência e percebem que também podem ocupar os principais espaços científicos do país.
“A apresentação do [Programa] Mais Ciência na Escola, no estande do MCTI, desenvolvida com estudantes de Maragogi e São Miguel dos Campos, evidencia como a educação maker pode aproximar ciência e tecnologia da realidade dos jovens. Para o Ifal, essa participação fortalece a iniciação científica, valoriza a escola pública e demonstra a capacidade dos nossos estudantes de criar, investigar e transformar suas comunidades”, destacou o docente.
*Sob a supervisão de Alexandre Abreu, jornalista
