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Primeira graduação do Campus Batalha ganha Semana de Integração e Acolhimento

O evento aconteceu entre os dias 2 e 6 de fevereiro na unidade de ensino
publicado: 10/02/2026 17h03, última modificação: 10/02/2026 17h03

Por Malu Damasio, estagiária de jornalismo*

O Campus Batalha do Instituto Federal de Alagoas (Ifal), promoveu, entre os dias 2 e 6 de fevereiro, a Semana de Integração e Acolhimento da primeira turma do Curso Superior em Tecnologia em Agroindústria.

O evento foi marcado por uma programação diversificada, voltada à apresentação da instituição, dos serviços de apoio ao estudante e das oportunidades acadêmicas que acompanharão a trajetória formativa dos novos alunos ao longo do ano letivo de 2026.

Para a coordenação do curso, o evento representa um momento decisivo para a permanência e o êxito acadêmico. “Esse primeiro contato com a instituição é fundamental para que o estudante se sinta pertencente, compreenda as oportunidades disponíveis e perceba que há uma equipe comprometida com sua formação humana e profissional. Cada professor e servidor do campus se mobiliza para que esse início de trajetória seja marcado pelo cuidado, pela escuta e pela construção de vínculos duradouros”, destacou a coordenadora Luana Cypriano.

Atividades

A abertura oficial aconteceu na segunda-feira, 2, com a Aula Inaugural, que deu início simbólico à jornada acadêmica dos ingressantes e apresentou a importância social e científica da formação tecnológica em Agroindústria. O clima de acolhimento marcou o primeiro contato dos estudantes com o campus, favorecendo a integração entre turma, docentes e equipe pedagógica. 

Na terça-feira ,3, a programação aprofundou a apresentação institucional. Os estudantes conheceram o Núcleo de Diversidade, Gênero e Sexualidade (Nugedis) em uma explanação conduzida pelo professor Rusanil Moreira. Em seguida, participaram de um tour pelo campus, guiado pela professora Luana Cypriano, momento que possibilitou familiarização com os espaços acadêmicos e de convivência. A noite foi concluída com a palestra “A Pesquisa e a Extensão no IFAL: o que é? Como participar?”, ministrada pela professora Isabely Penina, que destacou caminhos para inserção dos estudantes em projetos científicos e ações extensionistas desde os primeiros períodos do curso. 

A quarta-feira ,4, foi dedicada aos serviços de apoio estudantil. A coordenadora do Apoio Acadêmico, Cristina Bastos, apresentou a assistência estudantil e a biblioteca, detalhando bolsas, auxílios e recursos pedagógicos disponíveis. Na sequência, a professora Vanessa Reis, juntamente com a psicopedagoga, Fernanda Valença, conduziu a apresentação do Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Específicas (Napne), ressaltando as políticas de inclusão e acessibilidade que garantem condições equitativas de aprendizagem. A participação ativa dos estudantes, com perguntas e relatos de expectativas, evidenciou o interesse em compreender plenamente as oportunidades oferecidas pela instituição. 

Na quinta-feira ,5, os ingressantes conheceram os laboratórios e as normas de segurança em atividade orientada pela técnica Ledja Brites, etapa essencial para o desenvolvimento das práticas experimentais do curso. Posteriormente, a equipe da Coordenação de Registro Acadêmicodo (CRA) conduziu oficina sobre o Regulamento Discente, esclarecendo direitos e deveres acadêmicos. Encerrando a noite, a professora Danielle Lemos ministrou a palestra.

A programação foi finalizada na sexta-feira, 6, com a Oficina de Orientações de Estudos, conduzida por Cassiano Henrique Albuquerque, que apresentou estratégias de organização do tempo e métodos de aprendizagem. Em seguida, o professor Elias Gallina detalhou o Projeto Pedagógico do Curso, permitindo que os estudantes compreendessem a estrutura curricular, as competências formativas e as perspectivas profissionais da graduação. 

Entre os estudantes, a experiência foi significativa. O aluno Valmir Melo relatou que encarava a primeira semana como um verdadeiro teste para decidir se permaneceria no curso. Segundo ele, a acolhida, aliada ao alto grau de formação e ao comprometimento demonstrado pelos professores, superou suas expectativas e fortaleceu sua decisão de seguir na graduação em Tecnologia em Agroindústria.

 Sobre o curso

Sendo a primeira oferta de nível superior no Campus Batalha, o curso de Tecnologia em Agroindústria conta com uma carga horária de quase 2.600 horas, é noturno, presencial e tem duração de dois anos. 

Segundo a coordenadora Luana Cypriano, o grande diferencial do curso é estar, de fato, alinhado à realidade produtiva local e regional. Tendo em vista que surgiu a partir da necessidade concreta da região, que tem forte vocação agropecuária e é rica em produção de leite e derivados, além de contar com uma agricultura familiar pujante e pequenas e médias agroindústrias.

Apesar de estar funcionando em um campus provisório, os estudantes podem contar com laboratórios bem equipados, que permitem unir teoria e prática de forma efetiva, e um corpo docente altamente qualificado.

 *Sob supervisão de Alexandre Abreu, jornalista