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Servidores do Ifal levam pesquisas e diferentes experiências acadêmicas ao EnANPAD 2026
Pesquisa, troca de experiências e inserção em diferentes atividades acadêmicas marcaram a presença de servidores do Instituto Federal de Alagoas (Ifal) no Encontro da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração (EnANPAD 2026), realizado entre os dias 23 e 25 de setembro, na Universidade de Fortaleza (Unifor), na capital cearense.
Os participantes integram o Mestrado em Administração desenvolvido por meio da parceria entre o Ifal e a Universidade Federal de Sergipe (UFS). No encontro, os mestrandos apresentaram trabalhos construídos ao longo do curso e atuaram em diferentes frentes da programação, como autores, apresentadores, painelistas, voluntários e ouvintes.
Entre as atividades da programação, estudos vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Administração da UFS
(PROPADM/UFS) foram apresentados em sessões temáticas. No dia 23 de setembro, por exemplo, a sessão Gestão de Pessoas, Diversidade e Relações de Trabalho reuniu pesquisas voltadas a questões contemporâneas das organizações.
Entre os trabalhos apresentados estiveram “Quando a função não se adapta à pessoa: decisões organizacionais diante da diversidade” e “Quando sair não é opção: ética, decisão e etarismo em Planos de Desligamento Incentivado”, desenvolvidos pelas servidoras do Ifal e mestrandas do PROPADM/UFS Priscilla Alves Soares e Andryelle Paes de Lima Santos, em coautoria com a professora da UFS Manuela Ramos da Silva, orientadora das pesquisadoras.
A sessão teve como debatedora Jaysa Eliude Aguiar dos Santos, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), permitindo que os estudos recebessem contribuições e fossem discutidos com pesquisadores de outra instituição.
Do mestrado para o debate científico
As servidoras do Ifal e mestrandas do PROPADM/UFS Sâmia da Silva Cardeal e Elizangela Correia Mariano Santos também integraram a programação como painelistas. Outros participantes da turma colaboraram como voluntários na realização do evento, além de acompanharem painéis, sessões de apresentação e debates ao longo dos três dias.
Para Elizangela, o momento foi marcante pela possibilidade de transformar uma proposta construída ao longo do mestrado em diálogo com outros participantes do encontro.
“Foi emocionante ver nossa oficina ‘Quem define o acesso?’ ganhar vida no EnANPAD 2026, com pessoas dialogando, questionando e construindo ideias juntas. Saímos com a certeza de que refletir sobre o acesso também é pensar em como transformar nossas práticas nas instituições públicas. A chave para abrir novos caminhos pode estar em nossas mãos”, destacou a mestranda.
Para a pró-reitora de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação do Ifal (PRPPI), Eunice Palmeira, eventos científicos como o EnANPAD ampliam as possibilidades de formação acadêmica e profissional.
“Participar de eventos científicos como o EnANPAD é uma oportunidade importante de formação acadêmica e profissional, porque amplia o diálogo com pesquisadores, possibilita o compartilhamento de conhecimentos e permite acompanhar discussões e novas perspectivas na área de Administração.”
Segundo a pró-reitora, a participação teve um significado especial para os servidores que cursam o mestrado fruto da parceria entre Ifal e UFS. “Depois de quase dois anos de trajetória no mestrado, eles tiveram a oportunidade de apresentar pesquisas desenvolvidas ao longo desse percurso, com artigos aceitos no evento, além de acompanhar as discussões como ouvintes. É um momento de compartilhar resultados, receber contribuições de outros pesquisadores, aprimorar os trabalhos e, sobretudo, socializar conhecimentos que estão sendo produzidos a partir de pesquisas relacionadas às diferentes realidades e desafios da administração”, destacou Eunice.
Conhecimento em circulação
A presença dos servidores no EnANPAD também se relaciona à política de qualificação institucional promovida por meio da parceria entre Ifal e UFS. Ao longo do mestrado, os participantes vêm desenvolvendo estudos que dialogam com diferentes realidades profissionais, sociais e organizacionais. Em Fortaleza, parte dessa produção ganhou novos interlocutores por meio dos artigos, painéis e debates.
