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Após 40 anos, egressos descerram placa de formatura no Ifal Satuba

Depoimentos, homenagens e plantio de árvores marcaram reencontro
por Pedro Barros publicado: 23/10/2019 16h58 última modificação: 23/10/2019 18h57

Após 40 anos, egressos do Instituto Federal de Alagoas (Ifal) - Campus Satuba descerraram a placa de formatura de suas turmas, concluídas em 1979, época em que a instituição se denominava Escola Agrotécnica Federal de Satuba (EAFS). O encontro ocorreu nesta quarta-feira (23), pela manhã, tendo início no Auditório, com depoimentos e homenagens, e encerrou-se com o plantio de duas árvores no jardim em frente ao campo de futebol.

Segundo o ex-aluno Antônio Neto, que estava à frente da organização desse momento, a ideia surgiu há 2 anos, num congresso de apicultura em Aracaju, quando dois colegas se reconheceram e concordaram em promover o reencontro das turmas. “A partir daí, de 64 pessoas que estudavam na época, conseguimos localizar mais de 50”, explicou. 

Familiares e amigos dos egressos, técnicos e professores da época e atuais acompanharam a cerimônia. A diretora-geral substituta, Uilliane Faustino, e os servidores Ademilson Galdino e Genuzi Lima recepcionaram os homenageados. Além de Antônio Neto, fizeram uso da palavra o professor aposentado Antônio Ferreira Rocha; o advogado Luís Carlos Sampaio de Aguiar, filho do ex-diretor da época, Alvandir Barros de Aguiar; o atual prefeito de Satuba, Paulo Acioly, e a secretária municipal de educação, Jane Gleide.

Há 108 anos formando gerações de profissionais: ex-alunos de 1979 reúnem-se para foto com estudantes atuais do Ifal Satuba (2019)

Há 108 anos formando gerações de profissionais: ex-alunos de 1979 reúnem-se para foto com estudantes atuais do Ifal Satuba (2019)

“Nós temos uma dívida de gratidão muito grande com essa escola. Afinal de contas, daqui nós não levamos só o saber acadêmico, mas também o saber para a vida. Foi uma escola de cidadania, onde nós pudemos desenvolver o sentido de companheirismo e de fidelidade para com as amizades”, declarou Antônio Neto.

Após o descerramento da placa, que está fixada no Bloco A de salas de aulas, foi hora dos técnicos em agropecuária colocarem em prática o que aprenderam na escola. O plantio de uma muda de pau-brasil (Paubrasilia echinata) e de uma lanterneira (Lophanthera lactescens) deveria seguir as instruções do professor Alonson Pereira de Farias, que não pôde estar presente, mas deixou tudo descrito no plano de aula: “Preparo do berço: deve ter dimensões de 40 x 40 x 40 cm e deve ser preenchido com substrato de terra + esterco (livre de herbicida) na proporção de 2:1 respectivamente”.

Os egressos plantaram uma muda de pau-brasil e uma lanterneira

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