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Aprovadas no Sisu, alunas do Campus Marechal narram jornada de estudos e dão dicas a candidatos

Dedicação e "cantinho de estudos" fazem parte da rotina de quem deseja passar na seleção

por Acássia Deliê publicado: 31/01/2019 15h37 última modificação: 31/01/2019 15h37
Exibir carrossel de imagens Talita Emanuele: 960 pontos na Redação do Enem 2018

Talita Emanuele: 960 pontos na Redação do Enem 2018

No início de 2018, a estudante Talita Emanuele decidiu: faria de tudo para entrar no curso superior em Psicologia da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). O primeiro passo foi reconhecer a falta de empenho na escola e, em seguida, mudar completamente a rotina. Ela organizou um "cantinho de estudos" em casa e passou a usar o tempo livre para revisar os conteúdos que seriam exigidos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O resultado veio nesta semana. Talita alcançou 665,7 pontos no exame, 134 a mais que a média nacional, e uma nota surpreendente na redação: 960. A nota máxima é mil e a média nacional foi 522,8.

"Fazia de 3 a 4 redações por semana e muitos simulados, o que me deixou afinada com o Enem", conta Talita.

"Eu estudava tudo em casa, fiz reforço apenas pra Matemática e Redação", conta Talita, de 19 anos, concluinte do curso técnico em Meio Ambiente do Instituto Federal de Alagoas (Ifal), Campus Marechal Deodoro. "Fazia de 3 a 4 redações por semana e muitos simulados, o que me deixou afinada com o Enem. No dia da prova, eu já tinha treinado tanto que estava pronta para qualquer tema. Graças ao professor Thiago Bianchetti, de Sociologia do Ifal, eu tinha lido o livro 1984 [de George Orwell]. Isso também foi essencial na redação, porque pude falar do livro e argumentar com Bauman e Durkheim [filósofos]".

Alícia Silva destaca atenção às aulas e revisão diária de conteúdosAtenção às aulas é essencial

A mudança de atitude de Talita no ano passado fez toda a diferença no resultado do Enem. Mas para não ter que correr atrás do prejuízo, o que acaba aumentando o estresse e nervosismo entre adolescentes, o ideal é se preparar anos antes para a prova. Foi o que fez a estudante Alícia Silva, de 18 anos, concluinte do curso técnico em Guia de Turismo do Ifal que vai direto para o curso superior de Letras-Espanhol da Ufal. Alícia não precisou fazer cursinho para tirar uma boa nota no Enem e realizar o objetivo de entrar na universidade.

"Prestei atenção nas aulas, frequentei as monitorias do Ifal e fiz grupos de estudos com amigas", diz Alícia.

"Eu aproveitei os conhecimentos passados na escola, prestando atenção nos conteúdos da sala-de-aula e revisando todos eles em casa, para garantir a fixação. Também frequentei as monitorias do Ifal durante meus três primeiros anos do curso, principalmente de Biologia, matéria que gosto muito, e de Física e Matemática, onde sempre tive dificuldades. Além disso, faço grupo de estudos com minhas amigas, uma ajuda a outra nas dificuldades", explica Alícia, que marcou 680 pontos na Redação do Enem e 576,36 na pontuação geral.

O Ifal - Campus Marechal Deodoro oferece uma série de Projetos de Ensino e também monitorias para melhorar o desempenho dos estudantes dentro da sala de aula. Qualquer estudante pode frequentar as monitorias, que são atualmente ofertadas para as disciplinas de Física, Matemática, Química, Biologia, História, Filosofia, Língua Portuguesa e Língua Portuguesa/Libras, nos turnos matutino e vespertino.

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